Dentro deste mundo há outro mundo impermeável as palavras. Histórias e lendas surgem dos tetos e paredes, até mesmo as rochas exalam poesia. Para mudar a paisagem, basta mudar o que sentes. Jalal ud-Din Rumi Neste blog você encontra poesias, textos escolhidos de diversos autores, dicas e alguns textos meus. Um mosaico dos encantos da mandala da vida.
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segunda-feira, 13 de julho de 2015
quarta-feira, 8 de julho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Rumi
Mundos
Infinitos / Rumi
A cada
instante a voz do amor nos circunda
E partimos
em direção ao céu profundo:
Porque
deter-se a olhar ao redor?
Já estivemos
antes por esses espaços
E até os
anjos nos reconhecem.
Retornemos ,
ó mestre, que é lá nosso lugar.
Estamos
acima das esferas celestes
somos
superiores aos próprios anjos.
Além da
dualidade, nossa meta é a glória suprema.
[...]
O homem
emerge do oceano da alma
Como os
pássaros do mar.
Como há de
ser a terra seca
O lugar do
descanso final
De uma ave
nascida nesse mar?
Somos
pérolas desse oceano,
A ele
pertencemos, cada um de nós;
Seguimos o
movimento das ondas
Que se
arrastam até a terra
E, então,
retornam ao mar.
Eis que
surge a última onda
E arremessa
o navio do corpo à terra;
E quando
essa onda regressa
Naufraga a
alma em seu oceano.
Este é o
momento da união.
Homenagem ao querido amigo que partiu para a glória suprema....
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Art Nouveau
| Alphonse MUCHA, Profetisa, 1896 - Praga, República Tcheca |
A imagem veio à mim:
Sentada a beira do rio, ia colocando, uma à uma, velas acesas sobre folhas que a correnteza se encarregava de levar.
Vejo então do alto, um caminho de luzes que serpenteiam pelo rio, iluminando a noite escura.
Que Deus abençoe e proteja!
"Eu sinto muito, me perdoe, eu sou grata, eu te amo."
sábado, 29 de junho de 2013
BELLINI - São João e São Pedro
Jacopo BELLINI, S. JOão Evangelista ( à esquerda), o apóstolo Pedro (à direita). 1430. Tempera em madeira. Berlim, Alemanha.
Em homenagem ao meu querido João Pedro.
domingo, 23 de junho de 2013
Reflexão
É com muita satisfação que vejo surgir um movimento coletivo
no Brasil, com milhares de pessoas indo às ruas. Estava cansada de ver os
interesses individuais sobrepondo-se aos interesses coletivos. Para mim, é isso
que vinha acontecendo no Brasil.
Por exemplo:
As pessoas, sentindo-se inseguras, ameaçadas pela falta de
segurança nas ruas, isolando-se em condomínios fechados, com altos muros, para
proteger-se. E o que aconteceu? Arrastão de roubos em bares e restaurantes, na
praia... Ou seja, não há como se esconder.
Se a educação pública está ruim, procurando escolas
particulares, com custos altíssimos, para assegurar uma educação melhor para os
seus.
Se a saúde pública é deficitária, pagando convênios
particulares e com isso esperando contar com um atendimento médico mais
adequado. Esperando, pois a realidade mostra que nos mesmos convênios, os
médicos são controlados quanto aos pedidos de exames e a espera por atendimento
se torna cada vez maior, em consultórios, clínicas e hospitais.
Se os transportes públicos são demorados, quentes e pouco
eficientes, comprando seus próprios carros ou motos. E, aumentando enormemente
o volume de tráfego nas ruas, produzindo consgestionamentos e a mesma demora da
qual se tentou escapar.
Ou seja, não adiantou sobrecarregar-se com despesas que
deveriam ou poderiam estar a cargo do estado, do país. Não adiantou buscar
rotas individuais alternativas; vivemos em coletividades, somos urbanos. Não
adianta nada uma taxa de impostos desmedidos se eles não revertem em benefícios
para a população, beneficiando, ao contrário, a classe política em si.
Coloquei no passado pois acredito que percebemos, com esse
enorme movimento das pessoas indo para as ruas, que temos poder. O poder de
mudar as situações que nos são desfavoráveis. Temos direitos e agora, podemos
exigi-los, coletivamente.
Me lembra os Saltimbancos, de Chico Buarque, em 1977
Todos juntos somos fortes /Somos flecha e somos arco
Todos nós no mesmo barco/Não há nada pra temer
- Ao meu lado há um amigo/Que é preciso proteger
Todos juntos somos fortes/Não há nada pra temer
Resta-nos ir em busca de informações de como fazer isso. Um
estouro de boiada, descontrolada, não levará a lugar algum. A democracia, o
direito de escolher nossos próprios representantes, está consolidada, disponível.
Vamos exercê-lo conscientemente. Saber como é empregado o dinheiro arrecadado
de todos nós. Pensar coletivamente e assim, garantir uma cidade, um estado e um
país melhor para cada um e para todos nós!
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Florbela Espanca
Mistério
Gosto de ti, ó chuva, nos beirados,
Dizendo coisas que ninguém entende!
Da tua cantilena se desprende
Um sonho de magia e de pecados.
Dos teus pálidos dedos delicados
Uma alada canção palpita e ascende,
Frases que a nossa boca não aprende,
Murmúrios por caminhos desolados.
Pelo meu rosto branco, sempre frio,
Fazes passar o lúgubre arrepio
Das sensações estranhas, dolorosas…
Talvez um dia entenda o teu mistério…
Quando, inerte, na paz do cemitério,
O meu corpo matar a fome às rosas!
Florbela Espanca
quinta-feira, 23 de maio de 2013
René Lalique - Papoula
René Lalique (1860-1945)
Pavot
1897
Or, argent,
diamants brillantés, émail cloisonné et à jour, translucide mat et opaque
brillant
H. 7 ; L. 23,5 ;
P. 10,5 cm
Musée d'Orsay
Precioso, leve, divino!
quarta-feira, 22 de maio de 2013
KLIMT, Gustav - O Frizo de Beethoven
Baseada na interpretação que Richard Wagner fez da Nona Sinfonia de Beethoven, a obra pode pode ser vista em Viena, no Palácio do Belvedere Superior.
A obra final, abaixo, representa o ser humano encontrando o amor puro, simbolizado no beijo final.
Coleção Folha, Grandes Mestres da Pintura
| Alegria, nobre centelha divina |
sábado, 18 de maio de 2013
André le Nôtre Paisagismo
Numa escala macro o jardim de Versailles se estrutura através de grandes eixos retilíneos onde se distribuem parterres, espelhos d’água, elementos arquitetônicos. O eixo central atinge cerca de 14 km de comprimento e permite uma visão ampla do território. Esta experiência do olhar que alcança o horizonte longínquo está na base do eixo visual, o mecanismo fundamental de ordenação do conjunto de Versalhes e de muitos outros da arquitetura barroca. Ela se incorporará como um dos mecanismos de ordenação compositiva mais fundamentais da Ecole de Beaux Arts cujas origens remontam precisamente ao reinado de Luis XIV.
Numa escala micro, o jardim apresenta uma cenografia arquitetônica e vegetal obcecada pelo detalhe e voltada ao deleite e à provisão de acontecimentos para os convidados do rei (cenas de teatro, terraços, fontes, conjuntos de estátuas, labirinto, espelhos d’água).
Extraído de:
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sexta-feira, 17 de maio de 2013
O jovem que não conhecia o medo
Certo dia, uma mulher e seu filho tomavam ar fresco ao cair
da tarde, sentados no pátio de sua casa. A casa ficava muito distante do
povoado, e quando o sol se pôs e a escuridão da noite envolveu tudo em suas
sombras, a mulher disse ao jovem:- Meu filho, vá e feche a porta, pois estou
com medo.
- O que é o medo? – Perguntou o rapaz.
- Ora sentir temor – ela respondeu.
Mas a resposta de sua mãe não deixou o jovem satisfeito.
- Não sei o que você quer dizer, mãe. Tenho que experimentar
o medo. Vou dar um passeio.
E sem prestar muita atenção aos protestos de sua mãe,
adentrou-se na noite, afastando-se da casa. Caminhou até o sopé de uma
montanha, onde mais de trinta ladrões se encontravam sentados em volta de uma
grande fogueira. O jovem aproximou-se deles e um dos bandidos, que parecia ser
o capitão, falou:
- Nem mesmo um pássaro se aventura a voar para esses lados,
e nenhuma caravana cruza este caminho. Como você se atreve a aproximar-se de
nós?
- Pretendo conhecer o medo. Mostrem-no a mim.
- O medo está aqui, conosco – disse o ladrão.
- Onde? – Perguntou o rapaz.
Então, o ladrão respondeu:
- Pegue este pote, farinha, manteiga e açúcar. Entre nesse
cemitério e celebre uma festa com os defuntos.
- Assim farei – respondeu o jovem.
No cemitério acendeu uma fogueira e começou a misturar a
farinha, a manteiga e o açúcar. Quando havia terminado, uma enorme mão saiu da
terra e fez-se ouvir uma voz:
- Quem é o atrevido?
O rapaz golpeou a mão com sua colher e respondeu:
- Eu que vim celebrar minha festa com os mortos. Volte para
onde está teu pé. Agora desapareça!
Ao ouvir esta ofensa, a mão desapareceu e o rapaz, que
terminara sua mistura, voltou para perto dos ladrões.
- Então, conheceste o medo? – Perguntaram os ladrões entre
risadas.
- Não. Houve apenas uma mão que saiu da terra, pelo visto
queria provar a minha sopa; mas levou uma colherada e voltou para o lugar de
onde veio.
Os ladrões ficaram assombrados e um deles disse:
- Não muito longe daqui há um casarão abandonado; ali, sem
dúvida sentirás medo.
O jovem foi até a casa e entrou; encontrou-se então em um
enorme salão completamente vazio e viu, pendurado no teto, um cesto em que
havia uma criança chorando. De repente surgiu da escuridão uma jovem, dando
voltas nervosamente e olhando com desespero para o cesto pendurado. A donzela
aproximou-se do jovem e disse:
- Levanta-me nos seus ombros. A criança está chorando e eu
quero niná-lo, mas o cesto está tão alto que assim não o alcançarei.
Ele concordou e a moça se sentou sobre seus ombros. Enquanto
balançava a criança, a jovem apertava com os joelhos o pescoço do rapaz. Ele
sentiu que ia morrer estrangulado, então deu um salto e a mulher desapareceu,
deixando cair no chão um bracelete. O jovem pegou-o e se afastou da casa.
Ao atravessar a rua, um velho judeu que viu o bracelete
aproximou-se dele dizendo:
- Este bracelete é meu.
- Não, não é. O bracelete pertence a mim.
O judeu insistiu:
- Ele é minha propriedade.
- Pois vamos até o juiz. Se ele disser que é seu lhe darei.
Senão ficarei com ele.
Quando expuseram o caso ao juiz, este setenciou:
- O bracelete será daquele que prove ser seu dono.
Nenhum dos dois pôde fazê-lo, e o juiz guardou a jóia até
que comprovassem a quem pertencia.
O rapaz não se esquecera de que havia saído em busca do
medo, e que nada do que havia acontecido o fizera senti-lo. Depois de muito
caminhar, chegou a uma praia onde viu um barco que naufragava, e gritou:
- Vocês tem medo de se afogar?
E uma voz lhe respondeu:
- Claro que temos medo, como não iriamos ter medo, se
estamos a ponto de morrer?
Rapidamente, ele tirou suas roupas e, atirando-se ao mar,
nadou até chegar a embarcação.
Outra voz lhe disse:
- Estamos naufragando, como podes perguntar se temos medo?
O jovem amarrou um cabo na cintura e descendeu até às
profundezas do oceano. Ali descobriu que a filha do mar estava puxando o barco.
Amarrou-a com o cabo e trouxe-a para fora d’água. Chegando à superfície,
perguntou-lhe em tom desafiante:
- É isto o medo?
E soltou-a,virando as costas e afastando-se de novo em busca
do medo.
Caminhou pela costa e descobriu um grande jardim em frente
ao qual havia uma fonte. Três pombos que saltitavam ao seu redor submergiram
n’água e ao voltar a sair se converteram em três donzelas que traziam uma mesa
com taças para beber. Quando uma delas se dispôs a brindar, as outras duas lhe
perguntaram:
- À saúde de quem bebes?
Ela respondeu:
- Bebo a saúde daquele que celebrou sua festa entre os
defuntos e não desmaiou quando saiu uma mão da terra.
Quando a segunda ia beber, as outras perguntaram o mesmo, e
ela respondeu:
- À saúde daquele que não teve medo de morrer estrangulado.
Por último, a terceira levantou sua taça e respondeu à
pergunta das outras:
- No mar naufragava um barco; um jovem aprisionou a donzela
que era culpada e não tremeu. À sua saúde bebo.
O rapaz resolveu falar:
- Eu sou esse jovem.
As donzelas o abraçaram e ele continuou:
- O juiz conserva o bracelete que caiu do braço de uma de
vocês. Um velho judeu quis tirá-lo de mim, mas não permiti.
As jovens pegaram sua mão e desceram com ele a uma cova onde
havia vários pátios, e em cada pátio uma infinidade de jóias dentro de caixas.
Uma das donzelas disse:
- Tome este outro bracelete. Como é igual ao que está com o
juiz, podes comprovar que os dois são teus.
Assim fez o rapaz e voltou com os dois braceletes à caverna.
- Não saias nunca do nosso lado! – disseram as donzelas.
- Sinto muito, mas não posso ficar enquanto não saiba o que
é o medo.
E despedindo-se delas, seguiu seu caminho.
Logo chegou a um lugar onde se aglomerava uma multidão.
- O que está acontecendo? – perguntou o jovem.
Responderam-lhe que como havia morrido o rei daquele país,
iam escolher um sucessor. Para a eleição, soltariam uma pomba que pousaria
sobre a cabeça daquele designado pelos céus.
E quando soltaram a pomba, esta foi pousar na cabeça do
jovem que não conhecia o medo. Como ele não se considerava digno de aceitar tal
honra, soltaram uma nova pomba que, como na vez anterior, pousou na cabeça do
jovem. Então o povo começou a gritar: “Você é nosso rei!”.
- Mas se estou em busca do medo! Não posso ser rei! – dizia
enquanto era arrastado pela multidão para o palácio.
Finalmente, da janela da sala do trono disse a multidão:
- Aceito ser rei por esta noite, mas amanhã partirei em
busca do medo.
Atravessando os aposentos do palácio, chegou a uma sala onde
viu alguns homens construindo uma caixão e esquentando água.
Quando terminaram seu trabalho, ele resolveu que dormiria
naquele aposento. Encostou o caixão na parede, apagou o fogo com água e começou
a dormir.
Quando, de manhã, os homens entraram esperando encontrar o
novo rei morto e viram que gozava de perfeita saúde, foram contá-lo a sua
sultana, que lhes disse:
- Quando chegar a noite e estiver jantando comigo, coloquem
um pardal vivo dentro da sopeira.
Enquanto jantavam, a sultana disse ao rei:
- Levante a tampa da sopeira.
- Não, porque não quero sopa – respondeu.
- Mas eu quero, faça-me este favor.
Tão logo o jovem levantou a tampa, o pássaro saiu voando.
Foi tão inesperado o incidente que o rapaz sentiu um fugaz calafrio.
-Viu isto que você acaba de sentir? – disse a sultana. –
Pois isso é o medo.
- É só isso? – Perguntou o jovem.
- Você agora já tremeu uma vez, que era o que buscava
conseguir; o tremor será maior ou menor, mas já poderá conhecê-lo se voltar a
senti-lo – respondeu ela.
Durante quarenta dias, celebrou-se o casamento entre a
sultana e o jovem, e este governou com justiça durante muitos anos.
domingo, 12 de maio de 2013
Dia das Mães
Ser mãe é compromisso:
É trabalhoso, dispende energia e tempo disponível e ainda assim, não trocaria esse prazer por nada deste mundo!
Ser mãe transcende as coisas desse mundo...
É divertido, é poder resgatar a própria infância.
E é muito mais do que isso também...
Ganha-se força e sentido sendo mãe:
Mães viram seres de outro mundo para defenderem suas crias.
Mães se reinventam, crescem e aprendem com seus filhos.
Ser mãe é honra, privilégio e benção!
É trabalhoso, dispende energia e tempo disponível e ainda assim, não trocaria esse prazer por nada deste mundo!
Ser mãe transcende as coisas desse mundo...
É divertido, é poder resgatar a própria infância.
E é muito mais do que isso também...
Ganha-se força e sentido sendo mãe:
Mães viram seres de outro mundo para defenderem suas crias.
Mães se reinventam, crescem e aprendem com seus filhos.
Ser mãe é honra, privilégio e benção!
| MORISOT, Berthe - Hide and Seek, 1873- Col. Particular |
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sábado, 11 de maio de 2013
Rumi
A escuridão oculta a água da vida.
Não te apresses, vasculha o escuro.
Os viajantes noturnos estão plenos de luz;
não te afastes pois da companhia de teus pares.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Nasrudin - O idiota
Um filósofo, tendo marcado um debate com Nasrudin, foi até sua casa na hora combinada e não o encontrou ali. Furioso, pegou um pedaço de carvão e escreveu no portão de Nasrudin:
"IMBECIL".
Assim que chegou e viu isso, o mulla correu até a casa do filósofo.
"Eu tinha esquecido que você viria", disse ele. "Peço desculpas por não estar em casa. Logicamente, lembrei-me do nosso compromisso assim que vi seu nome assinado na minha porta."
"IMBECIL".
Assim que chegou e viu isso, o mulla correu até a casa do filósofo.
"Eu tinha esquecido que você viria", disse ele. "Peço desculpas por não estar em casa. Logicamente, lembrei-me do nosso compromisso assim que vi seu nome assinado na minha porta."
Nasrudin - A verdade
Algumas pessoas que admiravam Nasrudin o cercaram e perguntaram:
-"Dizem que as suas histórias estão cheias de verdades e com sentidos ocultos, Nasrudin. Estão mesmo?"
-"Claro que não!" Respondeu Nasrudin.
-"Por que não? Porque você diz isto com tanta convicção?" Perguntaram.
-"Simplesmente porque nunca falei a verdade em toda a minha vida, nem uma vez sequer; e tampouco serei capaz de fazê-lo, um dia." Finalizou Nasrudin.
-"Claro que não!" Respondeu Nasrudin.
-"Por que não? Porque você diz isto com tanta convicção?" Perguntaram.
-"Simplesmente porque nunca falei a verdade em toda a minha vida, nem uma vez sequer; e tampouco serei capaz de fazê-lo, um dia." Finalizou Nasrudin.
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Nasrudin - A pior memória
Mulla Nasrudin estava reclamando de sua esposa para um amigo.
"Eu não sei o que vou fazer com ela", disse. "Ela tem a pior memória do mundo."
"Você quer dizer que ela esquece tudo?" perguntou seu amigo.
"Não", disse Nasrudin. "Muito pior! Ela se lembra de tudo."
"Eu não sei o que vou fazer com ela", disse. "Ela tem a pior memória do mundo."
"Você quer dizer que ela esquece tudo?" perguntou seu amigo.
"Não", disse Nasrudin. "Muito pior! Ela se lembra de tudo."
segunda-feira, 29 de abril de 2013
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